12 de maio de 2016

Como comecei a amar gatos!

Oi gurias e guris, tudo bom com vocês?  
Hoje vim aqui pra contar a história da minha gatinha pra vocês, como todos já sabem estamos com uma nova integrante na família, e ela é a coisa mais fofa do universo, é uma gatinha adotada sem raça, se chama Arya.  
Muitos me perguntaram quem é ela e se ela é a gatinha que eu encontrei no natal, por isso estou aqui e vou contar tudinho pra vocês! 






Como falei no vídeo 50 fatos sobre nós, não curtia muito gatos, sempre tive um preconceito pelas experiências ruins que eu tinha até então com eles. O Cristiano sempre teve gatos na casa dele (ele sempre amou gatos), e todos os gatos do Cristiano ou não gostavam de mim, ou não queriam nem saber de mim, e isso me deixava irritada, por que queria fazer carinho ser amiga deles e eles ou me arranhavam ou simplesmente faziam de conta que não me ouviam. Eu sempre dizia: "Cachorro a gente chama, e eles vem correndo lamber, pular pedir carinho, gato não!". 

Então, dia 25 de Dezembro, sim, no dia do natal , voltando para casa (estávamos na casa da minha mãe) nos deparamos com uma gatinha na beira da faixa, ela não era bonita fisicamente, seu pelinho era pretinho e loirinho toda pintadinha, estava bem magrinha e a expectativa daquele serzinho ali naquele lugar era no máximo ser atropelado, por que não tinha como alguém encontrar ela ali, só por milagre (era muito pequena), não tinha como ela ir pra algum lugar que encontrasse comida, era uma BR, foi uma maldade sem tamanho que fizeram abandonando ela lá. 


Quando pegamos ela, fiquei com muito medo, de ela estar assustada e me machucar, me arranhar ou sei lá, mas ao mesmo tempo queria muito tirar ela daquela situação. 
Colocamos ela no carro e ela não tinha força nem pra miar...  chegando em casa demos leitinho, como vocês puderam ver na foto ela era filhotinho ainda, quando ela começou a tomar o leite chegava a se afogar de tanta fome que tava, ficamos imaginando quanto tempo ela estava lá sem comida e água, no verão, sem uma sombra pra se proteger e ao imaginar isso me pergunto como pode uma pessoa fazer isso com um animalzinho pequeno, que não tem força nenhuma pra se defender, eu não consigo entender.   
Como todos sabem, moramos em apartamento e muitas pessoas me disseram que dava pra criar gatinhos tranquilo em apartamento, que eles aceitam bem e se acostumam, mas eu e o Cris preferimos deixar ela na casa dos pais dele, por que lá teria jardim pra ela brincar e assim ela teria mais espaço pra fazer festinhas e artes.  
Levamos ela pra lá, todos amamos muito ela e ficamos felizes em poder ajudar ela, todos nos reunimos e começamos a debater qual seria o nome dela e por fim escolhemos Bate-Seba, com toda essa história de vida queríamos que o nome fosse bíblico .
Visitávamos sempre ela, a ultima vez que vimos ela ela já tava mais gordinha, feliz da vida brincando com as florzinhas no jardim da minha sogra.  


Mas como nem tudo na vida é como a gente espera ou imagina, aconteceu um acidente com a Sebinha, ela numa manhã resolveu entrar dentro do motor do carro! Enfim, vocês podem imaginar a nossa tristeza né?! 

Quando ficamos sabendo foi muito muito triste, e até hoje é difícil para mim falar dela, porque eu não gostava de gatos até o dia 25 de Dezembro de 2015.  

Ela me ensinou que gatos são incríveis, que nós seres humanos temos uma necessidade de dominar as coisas... aquilo que não dominamos, que não faz as nossas vontades não serve, é descartável. Os gatos são independentes sim, eles nem sempre querem ficar na tua volta, mas isso não significa que eles não te amam e também não faz deles um ser menos digno de serem amigos nossos. 

Depois da Bate-Seba andar de carro nunca mais foi como antes, ando de carro olhando na beira da faixa pra ver se não tem nenhum amigo precisando de resgate, e quando vejo alguma coisa (normalmente pedras) chega a me dar um frio na barriga, até hoje não achamos mais nenhum graças à Deus, mas se eu achar vou cuidar e fazer de tudo pra dar uma família de verdade pra esse amigo!

Depois que aconteceu isso com a Seba, a gata no mercado do nosso Tio deu cria, e eles estavam doando. Escolhemos uma pra nós e trouxemos pra ser integrante da nossa família, eu sei que ela nunca vai substituir a Sebinha e que cada gato é um gato, mas mesmo assim queria muito ter uma outra gatinha, dessa vez, minha de verdade! 

Ela é bem diferente da Seba, ela é ligada no 220, tem uma personalidade fortíssima e não é amiga de muitos, para o meu azar. Vai entender né?! Justamente o que eu não gostava em gatos essa mocinha tem de sobra, e eu amo ela, amo demais. Apresento à vocês, Arya:  



Assim como a mamãe ela é muito fotogênica , e fofinha. Tu olha pra ela e fica louco pra pegar, mas ela não curte muito ser pegada! ahahah 
Ela é minha companheira quando o Cristiano tá na aula, e ama fazer bagunça. 

Ela é muito arteira, e minha vida mudou muito depois dela... tenho que limpar cocô de gato  e dar ração e água todos os dias pra esse serzinho! Ela é muito inteligente, ama conversar e meus snaps agora só dá ela (pareço uma mãe babona sabe?).

Pretendo gravar um vídeo falando dela e o que mudou depois que ela veio... se vocês tiverem perguntas deixem aqui em baixo nos comentários que respondo elas no vídeo e mando beijo! 

Espero que tenham gostado do post, e se tu quer ver os snaps da Aria é só seguir no  oigurias. Ela tem um instagram dela também minha gente, como eu disse ela é muito fotogênica, sigam ela no insta @aryadagabi.  

Beijos e até o próximo post. 




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